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  • O câncer de mama em homens.

    Por falta de conhecimento sobre a doença, os homens demoram a procurar ajuda médica....
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    A maioria das doenças mamárias masculinas é de caráter benigno, sendo a ginecomastia a mais comum, englobando 85% das consultas. O câncer de mama em homens acomete cerca de 1% deles. Um levantamento realizado pela Unicamp (Revista Brasileira de Mastologia, em 2013, revelou doze pacientes (0,57%) masculinos atendidos na instituição entre janeiro de 2005 e dezembro de 2009, num total de 2100 doentes com neoplasia mamária.

    Em decorrência do desconhecimento da maior parte da população sobre a possibilidade de ocorrência em homens, esses pacientes demoram mais a procurar auxílio médico, o que causa atraso no diagnóstico e apresentação em estágios clínicos mais avançados, impactando negativamente nas chances de cura da doença.


    Os sintomas

    A grande maioria dos tumores de mama masculino apresenta-se como nódulo palpável. A partir de uma queixa clínica, o paciente busca o atendimento médico para avaliação, usualmente após um grande intervalo de tempo entre a detecção do problema e a consulta médica. Em geral, esse tempo é de quatro meses, podendo chegar a dezoito meses.

    Não existe um programa de rastreamento específico para os homens. Os pacientes que apresentam fatores de risco importantes como alterações do perfil hormonal (causada pela cirrose, uso de esteroides e alterações testiculares), história familiar relevante, história pessoal de CM ou mutação genética (sendo a mutação no gene BRCA2 a mais comumente identificada), são avaliados individualmente, e não a nível populacional.

    O tratamento é realizado de acordo com os mesmos protocolos de tratamento do CM feminino, sendo primordialmente cirúrgico e pode ser complementado com quimioterapia (neoadjuvante ou adjuvante), radioterapia e hormonioterapia, se indicada.

    Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/o-cancer-de-mama-em-homens/
  • Dia Mundial de Combate a Osteoporose.

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    Em 20 de outubro é celebrado o Dia Mundial de Combate à Osteoporose. A data é um alerta sobre a importância da prevenção dessa doença, causada pela perda progressiva de cálcio no organismo e que, como consequência, deixa os ossos porosos e frágeis.
    A osteoporose acontece quando a formação do osso não é adequada, quando o desgaste é excessivo ou quando ocorrem as duas coisas ao mesmo tempo. Costuma ser muito citada no caso das mulheres com mais idade, mas também pode afetar mulheres jovens e também os homens.
    Considerada uma doença grave, a osteoporose é diagnosticada, hoje, em uma a cada duas pessoas acima de 50 anos – mas acompanhamento médico e observação mais detalhada dos sintomas seguida por mudanças no estilo de vida, podem reduzir e muito o risco trazido por essa condição.
    Unhas quebradiças, muitas câimbras ou dores nos músculos e nos ossos e fraturas causadas por quedas aparentemente bobas, que atingem mais coluna, bacia, punhos e costelas: tudo isso podem ser sinais da ação da osteoporose.

    Exames:

    O principal exame para rastreamento e diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, um exame que avalia a densidade dos ossos e músculos do corpo, podendo identificar quando os ossos estão muito finos ou então quando a perda ainda está se iniciando. Além desse, a radiografia também pode ser indicada para a investigação da osteoporose.
    Todas as mulheres de 65 anos ou mais e homens com 70 anos ou mais devem fazer a densitometria óssea anualmente, independente dos fatores de risco. Mulheres na pós-menopausa com menos que 65 anos de idade e homens entre 50 e 60 anos com fatores de risco também devem fazer o exame anualmente. Além disso, qualquer com que sofreu fraturas e tem risco associado tem indicação para fazer a densitometria a fim de diagnosticar uma possível osteoporose.



    Fonte:
  • 25 g de açúcar: é o máximo que as crianças devem consumir por dia.

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    A Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês) lançou pela primeira vez uma recomendação sobre consumo de açúcar por crianças e adolescentes. De acordo com a nova diretriz, publicada no periódico científico Circulation, crianças e adolescentes de 2 e 18 anos devem ingerir, no máximo, 25 gramas (100 calorias) de açúcar adicionado por dia, o que equivale a seis colheres de chá. Bebês com menos de dois anos não devem consumir nenhum açúcar adicionado.  

    O açúcar adicionado é qualquer ingrediente adoçante que contém calorias, como açúcar, xarope de milho, frutose, mel ou melaço, adicionado aos alimentos durante o processamento industrial ou preparo. O limite estabelecido pela associação se refere apenas ao açúcar adicionado e não ao natural, encontrado em alimentos como frutas, sucos integrais ou leite, e equivale aproximadamente a um pedaço de bolo de fubá, 240 ml de refrigerante ou 40 gramas de chocolate ao leite.

    “Tem havido uma falta de clareza e consenso sobre quanto açúcar adicionado é considerado saudável para crianças, então o açúcar permanece um ingrediente comumente presente em comidas e bebidas, e o consumo geral por crianças permanece alto – a criança americana típica consome cerca de três vezes a quantidade recomendada”, disse Miriam Vos, uma das autoras da recomendação e professora da Escola de Medicina da Universidade Emory, em Atlanta.

    De acordo com a associação, o consumo exagerado de açúcar durante a infância aumenta o risco obesidade, hipertensão, diabetes, colesterol e triglicérides, o que, por sua vez, eleva a probabilidade de desenvolvimento de doenças cardíacas na idade adulta. Além disso, segundo Miriam, crianças que consomem alimentos cheios de açúcar adicionado tendem a comer menos comidas saudáveis como frutas, vegetais, grãos integrais e laticínios com pouca gordura. A contraindicação da ingestão de açúcar adicionado, segundo os autores, é para prevenir o desenvolvimento de uma preferência precoce por doces.

    “Acreditamos que as evidências científicas para nossas recomendações são fortes e ter uma quantidade específica como objetivo vai ajudar de forma significativa os pais e os defensores da saúde pública a promoverem a melhor nutrição possível para as crianças”, diz Miriam Vos.

    De acordo com o documento, bebidas açucaradas, como refrigerantes, chás, sucos industrializados e bebidas energéticas, são a principal fonte de açúcar adicionado. Por isso, a associação recomendou também que o consumo dessas bebidas por crianças e adolescentes seja limitado a 230 ml por semana.

    Antes do lançamento dessa diretriz, a Organização Mundial da Saúde (OMS), já recomendava que o consumo de açúcar adicionado não ultrapasse 10% das calorias totais consumidas em um dia. No entanto, o ideal seria reduzir essa porcentagem para 5%, o que equivale a 25 gramas de açúcar por dia – ou 100 das 2.000 calorias diárias recomendadas para um adulto diariamente.


    Brasil

    Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (Erica) mostrou que os adolescentes brasileiros seguem uma dieta de alto risco para problemas cardiovasculares, doenças renais e obesidade. De acordo com o levantamento, o consumo de refrigerante e balas por jovens entre 12 e 17 anos supera o de frutas, verduras, hortaliças e suco natural.

    Para Miriam, o comportamento dos pais é crítico para mudar o hábito dos filhos. “Beber água e servir de modelo para o seu filho também é muito importante”, disse.



    Fonte: http://veja.abril.com.br/saude
  • RESSONÂNCIA MAGNÉTICA CARDIOVASCULAR

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    A Ressonância Magnética Cardiovascular é um método extremamente moderno e acurado para detecção de doenças cardíacas. 

    Hoje, no Brasil e no mundo, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte, superando câncer e mortes por causas externas. Têm-se aí a importância de uma detecção precoce desse tipo de doença.  

    Através do método de ressonância magnética cardiovascular, com o uso de drogas estressoras e agentes de contraste com baixíssimo índice de nefrotoxicidade(causar alterações renais),  é possível demonstrarmos áreas do coração com alterações de perfusão, predizendo  se a mesma pode evoluir para um infarto do miocárdio ou não.  

    A técnica de realce tardio (padrão-ouro para avaliação de viabilidade miocárdica, ou seja, melhor método disponível),  verificada no mesmo exame, nos permite dizer se a região acometida por infarto terá melhora após uma revascularização( por angioplastia com stent ou cirurgia aberta) . 

    Além disso, podemos avaliar diversas outras formas de doenças cardíacas, não só as isquêmicas, como as infiltrativas (amiloidose, sarcoidose, endomiocardiofibrose); causadas por vírus e/ou parasitas (miocardites virais, doença de Chagas); causas de morte-súbita como miocardiopatia hipertrófica, coração de atleta, displasia artimogênica do ventrículo direito; excesso de depósito de ferro no miocárdio (pacientes que necessitam de grandes volumes de transfusão sanguínea);  cardiomiopatia não-compactada; tumores cardíacos primários e secundários; trombos intracavitários; doenças congênitas como a tetralogia de Fallot, anomalia de Ebstein e coarctação de aorta; doenças do pericárdio. 

    Enfim, uma imensa gama de diagnósticos pode ser feita com esse método, tendo-se a vantagem da não utilização de radiação ionizante, a qual em excesso é deletéria ao organismo, sendo extremamente segura, não invasivo, feita em ambiente hospitalar com a presença de médicos, enfermeiros e demais agentes da área da saúde.

    Dr. Gilmar Antonio Coelho Damin – CRM. MT 6201
    Médico Cardiologista com Especialização em Imagem Cardíaca – Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética.


    Fonte: Dr. Gilmar Antonio Coelho Damin – CRM. MT 6201
  • Qual é o impacto da dieta e do exercício no combate ao câncer?

    A perda de 5% do peso já é suficiente para aumentar o tempo de sobrevida no caso do câncer de mama, por exemplo. Esse é um dos temas de congresso americano....
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    O impacto é alto. Pacientes com diagnóstico de câncer devem fazer dieta e se exercitar, sim, como medida de combate à doença. A recomendação, feita por especialistas, baseou-se em uma série de estudos apresentados durante o Congresso Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO, na sigla em inglês), que acontece em Chicago, nos Estados Unidos, associando a perda de peso com maiores chances de sobrevivência.

    De acordo com informações do jornal britânico The Telegraph, embora a obesidade esteja relacionada a mais de 10 tipos de doença, incluindo tumores de mama, intestino e ovário, a maioria dos estudos realizados até então focou na perda de peso como prevenção do desenvolvimento da doença. Esta é a primeira vez que os pesquisadores mostraram que emagrecer pode ter efeito no aumento das chances de sobrevivência após um diagnóstico de câncer.

    Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, acompanhou quase 5.000 mulheres diagnosticadas com câncer de mama. Os resultados mostraram que aquelas que caminhavam três horas por semana tinham um risco de morte 46% menor. A prática mostrou-se benéfica mesmo entre aquelas que iniciaram a prática após décadas de sedentarismo, mas, neste caso, a redução da mortalidade foi um pouco menor: 33%.

    “Após o tratamento, perder peso é a melhor medida que você pode fazer para a sua saúde. É o segundo melhor remédio para o tratamento, é gratuito e não tem efeitos colaterais. Toda mulher diagnosticada com câncer de mama deveria ser aconselhada sobre perda e manutenção do peso, além dos benefícios da prática de atividade física. O diagnóstico oferece uma janela de oportunidades e a dieta associada ao exercício pode ter um efeito profundamente poderoso neste processo”, disse Melinda Irwin, diretora associada do Centro de Prevenção do Câncer de Yale.

    Segundo ela, o diagnóstico é o momento para os pacientes fazerem mudanças no estilo de vida, por isso, os médicos devem ter sensibilidade no trato com os pacientes, mas precisam trazer o assunto à tona.

    Um segundo estudo, também realizado por cientistas de Yale, com 144 mulheres com câncer de ovário, descobriu que a metade das participantes que praticou exercícios teve uma queda de 27% nos níveis de leptina, um hormônio associado ao câncer. Além disso, essas pacientes também apresentaram uma diminuição de 15% no IGF-1, um hormônio natural de crescimento humano que alimenta a propagação do câncer.

    Segundo Melinda, os resultados deste estudo são particularmente interessantes porque mais de metade das participantes tinha um tipo avançado de câncer de ovário, mas aquelas que realizavam pelo menos 20 minutos de caminhada por dia, tiveram mudanças significativas em biomarcadores para a progressão do tumor.

    Outro estudo de Yale, também apresentado no ASCO, realizado com 221 portadoras de câncer de mama, descobriu que uma redução de apenas 6% no peso resultou na diminuição de 5% em uma proteína sinalizadora de crescimento endotelial vascular, conhecida por estimular o tumor.

    Por fim, um estudo realizado por pesquisadores das Universidades Stanford e Harvard, ambas nos Estados Unidos, com mais de 4.000 pacientes com câncer de mama, mostrou que aquelas com maior quantidade de gordura no abdômen – circunferência superior a 89 cm – tinham 33% maior risco de mortalidade.

    Felizmente, os cientistas concluíram também que a perda de apenas 5% do peso corporal já é suficiente para aumentar as chances de sobrevivência. De acordo com Rowan Chlebowski, líder do estudo, essa redução pode aumentar em 20% a chance de sobrevivência.

    Pesquisas futuras — Durante o congresso, pesquisadores do Instituto do Câncer em Boston, anunciaram o inícios do maior estudo controlado randomizado com o objetivo de analisar o impacto da dieta e do exercício em pacientes com câncer de mama. Durante três anos, 3.200 pacientes serão acompanhadas e divididas em dois grupos: o primeiro será submetido a um regime de dieta e exercícios supervisionado e amparado por um treinador. Já o segundo será apenas aconselhado sobre alimentação saudável e atividade física.

    Fonte: http://veja.abril.com.br/saude
  • Saiba mais sobre Análise de Composição Corporal.

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    A utilização do método de densitometria por dupla emissão de raios-X (DEXA) na avaliação da composição corporal permite a medida tanto da massa óssea quanto do conteúdo corporal de gordura e massa magra. A confirmação da excelente acurácia e do pequeno erro de precisão do exame tornou-o referência para o estudo de composição corporal. Medidas acuradas e precisas da composição corporal são de grande utilidade na compreensão da fisiologia do metabolismo energético humano, em diferentes condições clínicas e na programação de intervenções terapêuticas.

    A Densitometria por emissão de raios x de dupla energia (DXA) é considerada o método padrão ouro para avaliar a composição corporal. Este exame fornece a massa óssea, a massa magra e a massa de gordura, tanto de segmentos, por exemplo, o abdome, como do corpo inteiro. É um exame rápido, indolor, que não requer nenhum preparo especial e a exposição radiológica é mínima.

    Existem inúmeras aplicações clínicas do estudo da composição corporal, particularmente na Medicina Esportiva, nos programas de condicionamento físico, no tratamento da obesidade e da anorexia nervosa, reabilitação motora de doenças neuromusculares e em avaliações nutricionais. É particularmente útil em crianças e adolescentes para avaliação da aquisição do pico de massa óssea, que ocorre predominantemente nesta fase da vida.

    É o único método capaz de informar a composição de gordura, massa magra e tecido mineralizado por segmentos.

    O aparelho permite a avaliação de indivíduos com no máximo 204 kg.


    Fonte: CADIM - Medicina Diagnóstica
  • Atividade física regular reduz o risco de câncer.

    De acordo com um novo estudo, a prática regular de exercício diminui em 7% a probabilidade de desenvolver qualquer tipo de tumor....
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    Praticar atividades físicas regularmente reduz o risco de desenvolver 13 tipos de câncer. De acordo com o estudo publicado na revista científica JAMA Internal Medicine, a prática de exercícios está associada a uma redução de 7% na probabilidade de desenvolver qualquer tipo de tumor.

    "Nossos resultados mostram que a relação entre exercício e redução do risco de câncer pode ser generalizada em diferentes grupos de pessoas, incluindo aquelas com sobrepeso e as que foram fumantes", explicou Steven Moore, principal autor do estudo.
    A pesquisa, realizada pelo Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, revisou 12 estudos americanos e europeus feitos entre 1987 e 2004, com 1.4 milhão de participantes. Durante cerca de onze anos de acompanhamento, 186.932 casos da doença foram diagnosticados entre os participantes. Em seguida, os autores relacionaram os dados sobre a prática de atividade física com o risco de desenvolvimento de 26 tipos de câncer.

    Os resultados apontaram que uma vida ativa fisicamente está associada a um menor risco no desenvolvimento de pelo menos 13 tipos de câncer. Por exemplo, a prática de exercícios está relacionada à uma redução de 42% no risco de câncer de esôfago e 25% no caso de tumores no fígado e pulmão. Em média, a prática regular de exercício físico estava associada à redução de 7% no risco de desenvolver qualquer tipo de câncer.

    Por outro lado, a atividade física regular foi associada a um aumento em dois tipos de câncer: próstata (+5%) e melanoma (+27%). No caso do melanoma, tipo agressivo e letal de câncer de pele, o índice foi observado apenas em regiões onde há alta incidência de raios UV e os autores acreditam que esse aumento esteja relacionado à prática de atividade física ao ar livre. Já em relação ao câncer de próstata, não há uma hipótese de relação direta, mas os autores acreditam que homens que se exercitam mais também tendem a se cuidar mais e, assim, são mais diagnosticados.

    Na maioria dos casos, a relação entre atividade física e redução do risco de câncer foi mantida independente do peso e do hábito de fumar dos participantes. As atividades às quais o estudo se refere são: caminhar, correr, nadar ou pedalar, em um ritmo que pode ir de pausado a intenso, durante 150 minutos por semana.

    "Estes resultados sustentam a promoção da atividade física como um componente chave dos esforços de prevenção e controle do câncer em toda a população.", disse Moore. Apesar dos resultados, os autores advertem que fatores como dieta, tabagismo entre outros, podem afetar o risco de desenvolvimento de tumores.

    Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude
  • Veja o que funciona (e não funciona) contra o vírus H1N1 que já causou mais de 50 mortes no Brasil.

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    Nos últimos dias, o vírus Zika deu lugar ao H1N1 como principal preocupação dos brasileiros quando o assunto é saúde. Causador da chamada gripe suína e identificado no México há seis anos, ele já havia provocado 46 mortes no país até o último dia 19, a maioria em São Paulo – mais que em todo o ano passado, quando matou 36 pessoas.
    O aumento de casos fora do inverno, quando o vírus se aproveita dos ambientes poucos ventilados para se multiplicar, intriga especialistas. A proliferação em locais bastante visitados por brasileiros, como a Flórida (EUA), e mudanças climáticas – a umidade é favorável ao H1N1 – estão entre as hipóteses levantadas.
    Diante do surto, as pessoas recorrem ao álcool gel e evitam encostar nas barras do transporte público. Mas quão eficazes são essas medidas? A BBC Brasil conversou com infectologistas para descobrir:

    O QUE FUNCIONA:

    • Vacina
    Para Jean Carlo Gorinchtein, do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, não há dúvida: a forma mais eficaz de se prevenir do H1N1 é a vacina. Ainda que não tenha 100% de eficácia – ela varia de 60% a 90% – Gorinchtein ressalta a importância da medida, especialmente entre o "grupo de risco".
    Crianças, idosos, grávidas e pessoas com doenças que comprometam a imunidade podem desenvolver sintomas mais graves, como falta de ar. Em casos extremos, o quadro pode evoluir para pneumonia, tuberculose e até meningite.
    Isso não quer dizer que o vírus seja mais agressivo do que outros tipos de Influenza, ressalta o infectologista Esper Kallas. Todos podem levar a complicações. Só que, por ter sido identificado há pouco tempo, muita gente não tem resistência ao H1N1.
    Para os que não estão no "grupo de risco", o conselho é vacinar-se, mas sem desespero. É possível esperar até o começo da campanha de vacinação, no dia 30 de abril, diz o infectologista.

    Em São Paulo, a Secretaria Estadual de Saúde antecipou o início da vacinação para o começo desta semana. Na semana passada, hospitais e clínicas particulares da capital viram uma corrida frenética: salas de espera lotadas e uma força-tarefa para o atendimento.
    "O que as pessoas não têm que ter é pânico. Os lotes estão se esvaindo e quem deixa de tomar é justamente quem mais precisa."
    Até quem já teve H1N1 precisa se vacinar. Isso porque os anticorpos contra a gripe duram, em média, 12 meses. Depois disso, o nível de proteção cai e é possível pegar de novo. Não é como a catapora, cujos anticorpos costumam durar toda a vida, explica Gorinchtein.
    Hoje, a rede pública oferece para as pessoas com mais chances de adoecer (gestantes, mulheres que acabaram de dar à luz, idosos e crianças de até 5 anos, entre outros), a vacina trivalente, que protege contra dois tipos de gripe A (entre eles o H1N1) e um tipo da B – segundo o Ministério da Saúde, essa é a composição recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde).
    Na rede particular, além da trivalente, já é possível encontrar a tetravalente, que adiciona a imunização a um segundo tipo B.

    • Álcool gel e lavar as mãos
    Há algumas teorias sobre o tempo de vida do vírus.
    Segundo o NHS, serviço público de saúde do Reino Unido, os vírus contidos nas microscópicas gotículas que expelimos ao tossir ou espirrar alcançam cerca de um metro. Eles podem ficar suspensos no ar, onde podem viver por horas (principalmente em temperaturas baixas), e atingir superfícies e objetos. Em superfícies duras, o H1N1 sobreviveria por até 24 horas.
    Logo, explica o órgão, qualquer um que tocar mesas, maçanetas ou mesmo dinheiro atingidos por essas gotículas pode se contaminar e espalhar o vírus ao tocar outras superfícies e pessoas.

    Já de acordo com Gorinchtein, o vírus H1N1 vive normalmente menos de um minuto fora do corpo ao ser expelido junto com as gotículas de saliva ou secreções. Quando alguém espirra na barra do metrô é preciso que outra encoste ali logo e leve a mão, com vírus, à boca, olhos ou nariz para que se infecte, diz.
    Independente de quem está certo, o álcool gel e a água com sabão são a melhor alternativa para reduzir as chances de contaminação. Apesar de não ser uma medida infalível – uma pessoa sempre pode tossir próximo a seu rosto –, ajuda bastante, pois mata os vírus que ficam nas mãos.
    O infectologista Esper Kallas lembra a popularização do álcool gel no Brasil foi fruto da primeira epidemia de gripe suína, em 2009.

    • Tapar a boca ao tossir/espirrar
    Quanto mais rápido os vírus expelidos chegaram às mucosas (boca, nariz e olhos) de uma pessoa, mais provável será a contaminação.
    Por isso, proteja sua boca ao tossir ou espirrar. A infectologista Angela Rocha, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Recife, explica que, nos três primeiros dias da doença, quando o vírus está se multiplicando intensamente, a carga viral em cada espirro é maior.
    Nesse período, é preciso atenção redobrada. Normalmente, o ciclo da gripe dura uma semana.
    Segundo o serviço de saúde britânico, caso as mãos sejam usadas para tapar a tosse, espirro e limpar o nariz, é preciso lavá-las para evitar espalhar o vírus – a concentração na pele pode ficar alta por até cinco minutos.
    O ideal, afirma o NHS, é usar lenços de papel para cobrir a boca e o nariz e jogá-los no lixo o mais rápido possível – o vírus pode sobreviver neles por cerca de 15 minutos, ou seja, nada de reaproveitar.


    O QUE NÃO FUNCIONA:
    • Pronto-socorro
    Começou a tossir? A garganta está arranhando? Não vá ao pronto-socorro. "O melhor lugar de se pegar a gripe é o pronto-socorro. Você fica seis horas na sala de espera. Acha que é alguma coisa, acaba não sendo nada. E dois dias depois está com gripe", explica o infectologista Esper Kallas.
    Ele ressalta que ao ser infectado pelo H1N1 é preciso deixar a doença seguir seu curso natural e ir acompanhando os sintomas. Caso eles piorem, haja falta de ar ou secreções avermelhadas e com pus, é hora de procurar um médico.
    "O problema não é pegar (a gripe), é saber lidar com ela. Se o filho pegou, vai construir imunidade. As pessoas precisam estar atentas na identificação dos casos mais graves."
    Diferentemente dos especialistas, o Ministério da Saúde recomenda que a pessoa com suspeita da doença procure atendimento médico "imediatamente".

    • Máscara
    Comprou uma máscara na farmácia e acha que está protegido? Não é bem assim. O infectologista Esper Kallas estima que máscaras feitas de feltro e tecido têm vida útil de quinze minutos.
    "Depois disso, elas já não têm mais eficácia. Ficam úmidas com a respiração e os poros do material vão abrindo. É como se não estivesse usando uma."
    Segundo Kallas, as que funcionam tem "um sistema bem mais complexo" e são mais difíceis de encontrar, além de mais desconfortáveis.
    Angela Rocha, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, diz que elas podem ser eficientes para contatos rápidos: "já ajuda".

    • Ficar só um dia em casa
    O NHS, serviço público de saúde britânico, recomenda que a pessoa infectada fique longe do trabalho ou escola até se sentir melhor, o que deve ocorrer em cerca de uma semana.
    Isso porque o período mais contagioso, geralmente iniciado quando os sintomas aparecem, pode durar até sete dias – crianças e pessoas com baixa imunidade podem precisar de uma folga ainda maior, já que nelas o vírus permanece ativo por mais tempo.
    Ou seja: não dá para mascarar os sintomas com antitérmico e, por exemplo, mandar os filhos para a escola.
    As dicas também valem para outros tipos de gripe.

    • Se entupir de remédios
    Especialistas afirmam que, via de regra, a gripe causada pelo H1N1 vai embora depois de alguns dias, assim como as outras.
    Por isso, recomenda o serviço britânico, o melhor é ficar em casa e beber bastante água para evitar a desidratação. Remédios para febre e dor podem ser usados para amenizar os sintomas.
    Segundo o Ministério da Saúde, há a oferta, em todo o país, do medicamento oseltamivir (o Tamiflu), receitado de acordo com a avaliação médica.
    A pasta afirma ser importante que o remédio seja administrado nas primeiras 48 horas dos sintomas.

    Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/04/160331_h1n1_prevencao_if
  • O que comer (e o que evitar) para dormir bem.

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    Uma em cada três pessoas sofre de insônia em algum momento da vida, e a maioria tem problemas menores para dormir de vez em quando.
    A dificuldade para adormecer ou para manter o sono – ou ambas – se deve a vários fatores, que incluem estresse, preocupações e alimentos ingeridos, item que é motivo para várias questões:
    Por que algumas bebidas e comidas te dão sono enquanto outros te despertam? É verdade que comer peso dá pesadelos? Ou que leite morno ajuda a dormir?
    Separamos os fatos da ficção para ver se algumas mudanças na dieta podem levar a boas noites de sono.

    Carboidratos x Proteínas

    O que devemos consumir para dormir bem: carboidratos ou proteínas? A resposta, aparentemente, é: ambos.
    A chave é algo que se chama triptófano, um aminoácido que é o precursor de serotonina e da melatonina, os químicos indutores de sono no cérebro.
    O triptófano está presente em pequenas quantidades em quase todos os alimentos proteicos e em quantidades mais altas em iogurte, leite, aveia, banana, tâmaras, frango, ovo e milho.
    Para que o triptófano tenha efeito, é preciso cruzar a barreira de sangue do cérebro (seu sistema de segurança). Para conseguir isso, ele tem de competir com outros aminoácidos.
    Segundo alguns estudos, combinar alimentos ricos em triptófano com carboidratos dá uma vantagem a esse aminoácido.
    Os carboidratos estimulam a liberação de insulina, que ajuda a tirar outros aminoácidos do fluxo sanguíneo, dando mais chances ao triptófano de chegar ao cérebro.
    Ainda é preciso investigar mais, e é importante levar em conta que a quantidade de triptófano nos alimentos é relativamente pequena e que, por isso, talvez isso tenha um efeito modesto.

    A verdade sobre as bebidas do sono


    Chá de Ervas

    O chá de camomila é conhecido como um bom remédio para problemas de dormir. Pesquisas apontam que ele aumenta o nível de glicina, um relaxante muscular, no corpo.
    O de valeriana, por sua vez, costumava ser receitado contra a insônia na Roma antiga. A crença era de que a bebida reduzia o tempo levado para dormir e melhorava a qualidade do sono. A passiflora também demonstrou sua capacidade de melhorá-lo.
    Acredita-se que ambas aumentam os níveis de ácido gama-aminobutírico (GABA) no cérebro, uma substância que ajuda a regular as células nervosas e diminui a ansiedade.

    Leite Morno

    O leite contém melatonina, um hormônio que ajuda a criar o desejo de permanecer dormindo, mas ainda não foi confirmado que tenha um impacto significativo sobre os níveis de melatonina do corpo.
    A bebida também contêm triptófano, como mencionamos antes.
    Se você acrescentar leite morno a seu cereal, vai receber os benefícios deste indutor de sono, pois terá uma mistura de proteínas e carboidratos que os levarão mais rapidamente ao cérebro.

    Chocolate quente

    O chocolate quente é uma bebida reconfortante que, em alguns lugares, é tomado tradicionalmente antes de dormir.
    Mas ele contém cafeína, que é um estimulante, ainda que as quantidades variem dependendo da marca.
    Se você têm dificuldades para se manter dormindo, considere substituir o chocolate por um dos chás mencionados acima ou uma bebida com malte.

    Água

    Se você não consegue dormir bem durante a noite inteira porque acorda com sede ou vontade de ir ao banheiro, assegure-se de beber líquidos suficientes durante o dia para se manter hidratado durante toda a noite.
    A Autoridade de Segurança Alimentícia Europeia aconselha que as mulheres tomem 1,6 litros por dia e os homens, 2 litros.

    A última taça

    Uma tacinha de algum licor de vez em quando não fará muito mal à sua saúde, mas isso não pode virar um hábito, pois pode provocar problemas sérios – que incluem insônia.
    O álcool nos ajuda a continuar dormindo, mas faz com que passemos menos tempo na etapa do sono de movimentos oculares rápidos (MOR), que é a mais satisfatória, e que despertemos durante a noite.

    Quando você deve comer?

    Ajuste seu relógio interno

    Pesquisas recentes mostram que o momento do dia em que você come pode afetar seu sono.
    Todos temos um relógio interno que monitora a hora do dia e, pelo que tudo indica, um "relógio alimentício" que monitora horas das refeições.
    Um estudo indica que, quando um rato come em horários irregulares, o relógio de seu corpo se desajusta.
    Quando a quantidade de comida é limitada, o relógio alimentício anula o do corpo, mantendo o rato acordado até que localize algum alimento.
    Os estudos com ratos não são necessariamente indicativos do que acontece com humanos, mas é interessante notar que os padrões de alimentação podem afetar seu sono.

    Tenha rotina

    Dormir é uma rotina, logo ter padrões regulares de alimentação fará com que seja mais fácil descansar durante a noite.
    É uma boa ideia jantar quatro horas antes de se deitar e estabelecer um ritual de tomar chá de ervas antes de ir dormir.
    Você é uma pessoa do dia ou da noite?
    Pesquisas indicam que ser uma pessoa madrugadora ou noturna é determinado por seu cronotipo.
    As horas do dia em que você come variam de acordo com seu cronotipo: os madrugadores quase sempre tomam café da manhã antes de meia hora depois de acordar, enquanto as pessoas noturnas tendem a pular o café da manhã e comer tarde à noite.

    Que comidas e bebidas roubam nosso sono?

    Queijo

    A ideia de que o queijo dá pesadelos acompanha algumas culturas desde pelo menos o século 17. Mas isso faz sentido?
    Já foi dito que a grande quantidade de tiramina que há no alimento poderia estar vinculada aos sonhos.
    A tiramina afeta a liberação de noradrenalina, produzida na região do cérebro responsável pelo sono MOR – que está relacionada aos sonhos.
    Mas muitos outros alimentos contém níveis semelhantes de tiramina e não são vistos como tiranos. Por isso, parece não haver ligação direta entre comer queijo e ter pesadelos.

    Café

    A cafeína pode interferir no processo de dormir ou evitar que durmamos profundamente.
    Todos temos níveis diferentes de tolerância à cafeína, mas se você está sentindo dificuldade para dormir, evite tomar café à noite e talvez até de tarde.
    Pesquisas recentes indicam que o café também pode ter impacto no sono ao desacelerar seu relógio biológico.
    Um estudo mostrou que tomar um expresso duplo três horas antes de deitar atrasou a produção de melatonina em cerca de 40 minutos.

    Açúcar

    Um estudo recente indica que uma dieta rica em açúcar não é boa para dormir.
    Na pesquisa, o açúcar fez com que participantes acordassem durante a noite.
    Há poucos estudos sobre os efeitos do açúcar na qualidade do sono, mas, se você consome muitos alimentos ou bebidas açucaradas antes de dormir, provavelmente experimentará uma entrada de energia que não é ideal para esse momento.

    Álcool

    Após uma noite de bebedeira, provavelmente será mais fácil dormir. A má notícia é que o álcool perturba os padrões e ciclos que ocorrem enquanto dormimos.
    Ao longo de uma boa noite de sono, a pessoa normalmente tem entre seis e sete ciclos MOR. Após uma noite de bebidas, porém, terá somente uma ou duas.

    Pimenta

    Acredita-se que comida apimentada provoque indigestão e aumente a temperatura de seu corpo, e a combinação de ambas prejudicam o sono.
    Uma pesquisa indica que uma queda na temperatura corporal dispara a sensação de que é hora de ir para a cama. No estudo, os participantes que colocaram molhos picantes na comida demoraram mais para adormecer e dormiram menos que o normal.
    Percebeu-se que, nas noites em que eles comeram condimentos, sua temperatura corporal esteve elevada durante o primeiro ciclo de sono.
    Curiosamente, banhos quentes podem ajudar a dormir, pois a temperatura de seu corpo cai rapidamente depois deles.

    Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016
  • Dicas para parar de fumar: saiba o que é realmente eficaz.

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    Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de um bilhão de pessoas fumantes no planeta. Você certamente já ouvir falar sobre os riscos associados ao tabagismo: câncer, manchas na pele, lesões nos pulmões e outras tantas complicações. Mas quais são as dicas para parar de fumar verdadeiramente eficazes?

    De acordo com um novo estudo britânico, abandonar de vez o vício da nicotina – ao invés de diminuir a quantidade de cigarros gradativamente – garante melhores chances de parar. A pesquisa, feita na Universidade de Oxford, demonstrou que pessoas que adotaram a medida drástica tiveram 25% mais sucesso em largar o hábito.


    Parar de fumar de uma vez é mais eficaz?

    Publicada no periódico Annals of Internal Medicine, a pesquisa britânica envolveu cerca de 700 voluntários. Eles foram divididos em dois grupos: no primeiro, estavam as pessoas que tentariam parar de fumar de uma vez. No segundo, aquelas que fariam uma tentativa de largar o vício gradativamente.

    Todos os participantes do estudo receberam apoio e conselhos do National Health Service (NHS), o serviço de saúde pública britânico. Os voluntários também tiveram acesso a adesivos de nicotina e terapias de reposição, como chicletes e sprays bucais.

    Depois de seis meses, a constatação foi de que uma parcela de 22% dos voluntários do grupo que adotou uma medida mais drástica conseguiram ficar em abstinência, contra 15,5% dos participantes do grupo gradual. Teoricamente, o mais eficaz seria definir uma data para parar de fumar e, a partir dali, passar longe do cigarro.
    Os pesquisadores creem que a redução gradual teve menos sucesso porque as pessoas tinham de lutar para diminuir o número de cigarros. Isso pode ter tornado a decisão mais trabalhosa e difícil. Nicola Lindson-Hawley, uma das autoras do estudo, explicou o assunto em entrevista ao Reuters Health.

    Segundo ela, é comum pensar que o jeito mais fácil de parar de fumar é diminuir a quantidade de cigarros. Mas, no caso do tabagismo, a norma é aconselhar as pessoas a largar o hábito de uma vez.

    Por outro lado, a especialista também fez um adendo: ocorreram boas taxas de abandono do vício no outro grupo. Ou seja, se você não se sente preparado para largar tudo de forma abrupta, também vale tentar a abordagem gradual. 


    Veja dicas para parar de fumar

    De acordo com a psicóloga Silvia Cury Ismael, o primeiro passo para abandonar o vício deve partir da consciência da própria pessoa sobre os malefícios do cigarro. É preciso existir o desejo de abandonar a dependência química. A partir daí, a dica da especialista é escolher uma data ideal para parar de fumar. Isso pode fazer toda a diferença.

    Em períodos de muitas festas, como Natal e Ano Novo, por exemplo, fica muito mais difícil largar o vício. Por isso, o ideal é que o fumante escolha uma data menos tumultuada. Além disso, segundo a psicóloga, é importante lembrar que largar o consumo de nicotina exige uma transformação na rotina.

    É fundamental quebrar as associações que existem entre o fumo e as demais tarefas diárias. Por isso, a sugestão é procurar atividades de lazer prazerosas, que possam substituir a sensação de prazer do cigarro. Praticar exercícios físicos, manter uma alimentação saudável e tomar bastante água são outras dicas para parar de fumar.


    Fonte: http://doutissima.com.br
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